Seja Bem-vindo, 01 de julho de 2022

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01 de julho de 2022

APORTE – Número 1

20 de junho de 2022   .   
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Iª parte
Obs.: A Escola de Parapsicologia ligada ao Instituto Pe. Quevedo não usa normalmente o termo paranormal e sim dotado e nem a expressão fenômenos paranormal e sim fenômenos parapsicológicos.

Neste trabalho, com esse tema: Aporte, reproduzo em grande parte o texto de Pe. Oscar G. Quevedo publicado pela Site OEPNET. Em alguns momentos colocando os parágrafos em outra ordem e também introduzindo subtemas aos mesmos. Também acrescentando minhas opiniões com frases e breves comentários. Com acréscimo de parênteses.

Lembro na oitava parte e ultima o artigo é de outro autor ligado a Escola de Parapsicologia do Pe. Quevedo.

Informo também que já publiquei na página do facebook esse mesmo tema em quatro partes de outro autor, com outra abordagem, que não difere em termos de linha de pensamento desse.

Produzido pela telergia – Por que manifestar estes fenômenos
O aporte existe e é relativamente frequente. Depende do homem e é produzido pela sua telergia. Pode-se até fazer a análise do que o inconsciente quer manifestar com esses fenômenos: desejo de chamar a atenção, de vingança, de comunicar uma notícia desagradável ou um perigo que adivinha, manifesta carência afetiva, inveja, etc. (Pe. EMANUEL)

“Mas como é que a telergia realiza o aporte? Ou seja, como é que a telergia faz objetos atravessarem sozinhos, corpos e obstáculos sólidos e depois fazer com que os objetos aparecerem novamente? Como é que um objeto pode sair de um lugar fechado e aparecer fora dele? Como é que um objeto se desloca sozinho de um lugar para outro? Como é que agulhas podem se desmaterializar, e em forma de energia entrar no corpo e logo materializar-se de novo? Sem infecção, sem ferida, sem perigo… E a vítima corre, caminha…sem dor? Nenhum fisiólogo seria capaz de fazê-lo artificialmente”.

No entanto não há impossibilidade na física moderna. O problema é prático.

Reflita e analise a primeira parte:
– O Aporte é produzido pela sua telergia.
– Como a telergia realiza o aporte? Nos próximos números, na sequencia você verá a resposta. Por enquanto tente deduzir por si, e depois veja quando ler as outras partes do artigo dessa temática, na sequência, se sua resposta vem de encontro o que foi explicado.

IIª parte
Uma tentativa de explicação:
1) Trata-se de um efeito físico: um corpo físico em movimento no espaço-tempo e através de obstáculos físicos.
2) A extensão dos corpos (microscópios, visíveis) é devida a velocidade em movimento circulatório das partículas que os constituem (em função de três variáveis: massa, energia e vetor velocidade)
3) É pela maior ou menor velocidade das suas partículas que os objetos são mais ou menos extensos e que nos dão a ilusão de continuidade.
4) Mas os corpos, na realidade profunda, são como redes de partículas microscópicas (massa-energia).
5) A massa (quantidade de matéria, coeficiente de inércia) é mínima em relação à energia e velocidade.
6) Ora, todo corpo é permeável para qualquer forma de energia e velocidade superior à sua. Por exemplo, o magnetismo: a energia radiante do campo eletromagnético atravessa qualquer campo porque tem a velocidade da luz (300.000 km/s) que é superior à velocidade molecular (27.000 km/s) dos corpos atravessados.
7) Mais ainda, a própria massa dos corpos em movimento varia com a velocidade, segundo um dos teoremas da teoria da relatividade de Einstein.
8) Também está demonstrado por experiência de laboratório (desintegração de átomos, etc.) que a massa pode se transformar em energia.
9) Se a velocidade de um objeto supera a velocidade molecular, então esse objeto desintegra-se, porque vence a força de atração das partículas que o constituem.
Tendo-se tudo isto em vista, o aporte seria explicado teoricamente pelo influxo do homem na velocidade. O doente parapsicológico poderia exercer um influxo dentro do seu campo de forças, em forma de energia neuropsíquica (dinâmica cerebral) sobre a velocidade e atração das partículas (ou moléculas) que constituem os objetos.

Reflita e analise a segunda parte:
– Pe. Quevedo no texto dá nove explicações do “Aporte” pela física. O que achou?
– “Tendo-se tudo isto em vista, o aporte seria explicado teoricamente pelo influxo do homem na velocidade”.
– “O doente parapsicológico poderia exercer um influxo dentro do seu campo de forças, em forma de energia neuropsíquica (dinâmica cerebral) sobre a velocidade e atração das partículas (ou moléculas) que constituem os objetos”.
– Para Pe. Quevedo e a sua escola de parapsicologia quem desencadeia os fenômenos paranormal é um doente, normalmente para as outras escolas de parapsicologia como o Sistema Grisa, não. Para o Sistema Grisa nesse caso a pessoa estaria em desarmonia. Feito um trabalho com está de psicoterapia, ela harmonizando-se passaria a utilizar esta força (potencial mental) de modo positivo.

IIIª parte
Cabem três hipóteses:
a) O doente parapsicológico imprime ao objeto do aporte velocidade superior à das partículas que constituem determinada área do obstáculo: o objeto atravessa então esta área do obstáculo.
b) Transforma a massa do objeto em energia: o objeto “desaparece” e a sua energia atravessa qualquer obstáculo.
c) Exerce o influxo em determinada área do obstáculo, diminuindo ou neutralizando (durante um décimo de segundo), a velocidade molecular: essa área do objeto ficaria praticamente sem massa, permeável.

Reflita e analise a terceira parte:
– Na segunda parte desta temática, disse que Pe. Quevedo no texto, onde dava nove explicações do “Aporte” pela física. Na terceira parte apresenta três Hipóteses. O que acha das três hipóteses?
– Você viu também na segunda parte que: Para Pe. Quevedo e a sua escola de parapsicologia quem desencadeia os fenômenos paranormal é um doente, normalmente para as outras escolas de parapsicologia como o Sistema Grisa, não. Para o Sistema Grisa nesse caso a pessoa estaria em desarmonia. Feito um trabalho com está de psicoterapia, ela harmonizando-se passaria a utilizar esta força (potencial mental) de modo positivo.
– “Exerce o influxo em determinada área do obstáculo, diminuindo ou neutralizando (durante um décimo de segundo), a velocidade molecular: essa área do objeto ficaria praticamente sem massa, permeável”.

IVª parte
Estátuas de Virgens que choram e de Cristos que sangram
Foram ou não, realmente Milagres, os fatos relatados sobre imagens das virgens que choram e Cristos que sangram? Certamente Não.

Jamais uma estátua de Virgem chorou ou um crucifixo sangrou estando a mais de 50 metros de distância de alguma pessoa. Geralmente a menos de três ou quatro metros de um doente parapsicológico.
São lágrimas e sangue desta pessoa.

Na cidade de Akita (Japão), ninguém ligaria para as pretensões de uma religiosa de 40 anos, quando assegura receber mensagens da SS. Virgem. Mas o fato que deixou perplexo ao senhor Bispo, ao capelão, à comunidade, aos “técnicos” em mística. É que uma estátua da SS. Virgem, perante aquela pessoa, às vezes sangra numa mão, chorou várias vezes e até tem suado profundamente. Analisados por um professor da Universidade de Akita, verificou-se que eram sangue, lágrimas e suor humanos.

Unicamente o jesuíta Pe. Antônio G. Evangelista me consultou e compreendeu que a história cheia de fenômenos histéricos e parapsicológicos da “vidente” é um forte argumento a favor da origem meramente parapsicológica do fato.

“Não foi fraude. São muitos e dignos de fé os testemunhos. Inteligentemente acha, com toda razão, um dado psicológico interessante: é que a vidente está sempre por perto quando acontecem estes fenômenos e sente medo, como senso de culpabilidade.”

Lastima, porém, que não analisaram as lágrimas, sangue e suor da própria vidente. Seriam sem dúvida, do mesmo tipo que as gotas que corriam sobre a imagem as SS. Virgem.

Reflita e analise a quarta parte:
– “Analisados por um professor da Universidade de Akita, verificou-se que eram sangue, lágrimas e suor humanos”.
– “Que a história cheia de fenômenos histéricos e parapsicológicos da ‘vidente’ é um forte argumento a favor da origem meramente parapsicológica do fato.
– “A vidente está sempre por perto quando acontecem estes fenômenos e sente medo, como senso de culpabilidade”.

Vª parte
N. Sra. da Rosa Mística
O que vem causando maior desafio, sem dúvida, é o de N. Sra. da Rosa Mística, em Louveira (SP), que chamou a atenção do arcebispo de Jundiaí, o qual procurou peritos da Universidade de Campinas (UNICAMP) para estudarem o caso.

Várias vezes a estátua lacrimejou e não somente no dia 13 de cada mês.

Os técnicos da Unicamp estão querendo tomar o caminho mais plausível: transladar a imagem para os laboratórios da UNICAMP, onde haveria recursos para maior rigor no acompanhamento científico do fato.

Feito isso, o caso estaria praticamente solucionado e o fenômeno certamente deixaria de acontecer, pelo menos enquanto a imagem estivesse na UNICAMP, pois ela estaria a mais de 50 metros da pessoa causadora do fenômeno.

É realmente admirável, mas a realidade é que o ser humano, inconscientemente, sem nem sequer suspeitar que ele mesmo é o autor, pode fazer com que um objeto atravesse qualquer obstáculo e apareça de novo.

Aporte – Agulhas
Agulhas atravessam a própria pele sem ferida, o sangue sai do corpo, passa pela roupa sem manchá-la, e cai sobre o Cristo. Os objetos (copos, talheres, etc) atravessam paredes, vidros, madeiras, sem rompê-los, e de novo aparecem repentinamente do outro lado, a uns metros de distância.
O fenômeno é chamado Aporte, em Parapsicologia.

Reflita e analise a quinta parte:
– “O caso estaria praticamente solucionado e o fenômeno certamente deixaria de acontecer, pelo menos enquanto a imagem estivesse na UNICAMP, pois ela estaria a mais de 50 metros da pessoa causadora do fenômeno”.
– “Mas a realidade é que o ser humano, inconscientemente, sem nem sequer suspeitar que ele mesmo é o autor, pode fazer com que um objeto atravesse qualquer obstáculo e apareça de novo”.
– “O fenômeno é chamado Aporte, em Parapsicologia”.

VIª parte
Santinho de N. Sra. Aparecida e Estatueta de Cristo
Em Itu (SP), dentro de uma urna de madeira e vidro, chorava um santinho de N. Sra. Aparecida, e sangrava abundantemente, uma estatueta de Cristo.

Foi muito fácil verificar que o aporte era realizado por Dona Hermínia, a dona da casa. Nem a virgem chorou, nem o Cristo sangrou quando Dona Hermínia estava longe.

Estando ela a bem menos de 50 metros, suas lágrimas e seu sangue chegavam ao santinho e à estátua através da parede, ou da porta fechada, através da madeira e do vidro da urna que eu mesmo tinha lacrado. Eram mesmo lágrimas de Dona Hermínia: o mesmo fator RH, o mesmo número de glóbulos brancos e glóbulos vermelhos…como verificamos depois.

Reflita e analise a sexta parte:
– “Estando ela a bem menos de 50 metros, suas lágrimas e seu sangue chegavam ao santinho e à estátua através da parede, ou da porta fechada, através da madeira e do vidro da urna que eu mesmo tinha lacrado. Eram mesmo lágrimas de Dona Hermínia: o mesmo fator RH, o mesmo número de glóbulos brancos e glóbulos vermelhos…como verificamos depois”.

VIIª parte
Poster de D. “Santinha”
Escolhi alguns dos muitos casos sem ambiente religioso. É claro que há casos análogos em todos os ambientes.

No Brasil se fez famoso o caso do poster de D. “Santinha” (Maria das Neves Marques). Sobre a fotografia da defunta e perante toda classe de testemunhas, escorriam lágrimas. Eram lágrimas mesmo. O fenômeno começou quando a dona da casa D. Maria das Neves Medeiros, no quarto onde estava a fotografia da mãe, contava um sonho que tivera a respeito dela. Logo muitas pessoas vieram com explicações mirabolantes como por exemplo: os mortos estariam se comunicando.

Será necessário lembrar que os mortos não tem sangue dos vivos???

Um detalhe importante em todos os casos de aporte (e para qualquer fenômeno parapsicológico de efeito físico): afastem da casa, a mais de 50 metros, todas as pessoas; e encham a casa de filmadoras, gravadores, máquinas fotográficas automáticas, sensores de movimento, sensores de calor, etc… NADA ACONTECE.

É absolutamente necessário a presença do ser humano. Porque é a sua Telergia, a sua energia corporal transformada e exteriorizada (dirigida pelo inconsciente) a responsável pelo fenômeno aqui e agora. Não age sobre o passado, nem no futuro.

Reflita e analise a sétima parte:
– “Logo muitas pessoas vieram com explicações mirabolantes como por exemplo: os mortos estariam se comunicando”.
– “afastem da casa, a mais de 50 metros, todas as pessoas; e encham a casa de filmadoras, gravadores, máquinas fotográficas automáticas, sensores de movimento, sensores de calor, etc… NADA ACONTECE”.
– “É absolutamente necessário a presença do ser humano”.

VIIIª parte
(Obs.: Informo que o texto de José Coelho Soares Neto – pesquisador da escola de parapsicologia ligada ao Pe. Quevedo (falecido) quanto ao conteúdo parapsicológico do texto no que tange a explicação do “Aporte”, dentro da parapsicologia está correto. Porém as expressões que usa para descrever e criticar aqueles que dão uma explicação diferente, como por exemplo de superstição, não significa que eu concorde. Mas não é por isso que vou manipular o texto cortando a expressão. O leitor tire a sua conclusão).

Outra observação que faço, é que até a 7ª parte, o Texto analisado, refletido e comentado é de Pe. Oscar G. Quevedo. Já na Oitava e última parte, é de um seguidor do Quevedo: José Coelho Soares Neto.

Corpo Cheio de agulhas
É o caso, por exemplo, de dona Lucrécia, Lorena – SP.
Seu corpo apareceu cheio de agulhas. Braços, pernas, barriga… tinha agulhas de todos os tamanhos. Numa radiografia foram constatadas, só no peito, mais de 200 agulhas.

Segundo dona Lucrécia, um feiticeiro, um dia lhe fez propostas imorais que ela, aterrorizada, recusou. Depois de uns dias apareceu em sua porta um despacho, que ela, curiosa, abril e viu uma porção de agulhas de todos os tamanhos. Vingança do feiticeiro, ela pensou.

Este fato é fácil de analisar psicologicamente.

Mas como explicar? Você já ouviu falar em aporte?

É um fenômeno parapsicológico que se explica da seguinte forma:

Nós temos uma força, uma energia corporal, somática, vital, que se transforma e se exterioriza, invisível. É dirigida pela vontade do nosso inconsciente.

Esta força imprime tal velocidade nos átomos de um objeto que pode transformar esses pequenos objetos em energia. Essa energia pode atravessar qualquer obstáculo e pouco tempo depois, pelo processo inverso, o objeto volta ao seu formato normal.

Com essa força chamada telergia, que todos os seres humanos tem, se explica o aporte, que é a explicação para muitos fenômenos que acontecem.

Por exemplo: Virgens que choram, Cristo que sangra, pedras que entram pelo telhado de uma casa que as pessoas chamam de mal-assombrada, agulhas e pregos que aparecem no corpo de uma pessoa, sem dor, etc.

Este fenômeno frequentemente é atribuído aos demônios, aos espíritos dos mortos ou a qualquer superstição que se queira.

Mas a parapsicologia explica que é pela telergia de um ser humano vivo. O aporte só é possível sobre objetos pequenos, a menos de 50 metros de distância da que inconscientemente o realiza.

Pe. Emanuel Cordeiro Costa
Parapsicólogo Clinico – ABPSIG – 409.

Referência Bibliográfica
– OEPNET, Texto de Pe. Oscar G. Quevedo S.J. Aporte, Site Ativo em 22/12/17
– NETO, José Coelho Soares – pesquisador do CLAP – Centro Latino-Americano de Parapsicologia

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