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XIª Parte: PROGRAMAÇÕES CULTURAIS MILENARES

29 de junho de 2023   .   
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As programações do Subconsciente, oriundos de culturas milenares, marcam profundamente as reações emocionais e comportamentais das pessoas e, além disso, também determinam importantes tendências e características de Personalidade.

Para compreendermos melhor, convém lembrar que, antes do Ser Humano ser verdadeiramente gente, precisa sobreviver como ‘ser vivo’, irmão das plantas e dos bichos.

Para sobreviver como indivíduo e como grupo, o Ser Humano joga tudo, impulsionado pelas Leis Naturais de Sobrevivência.

A maior ou menor facilidade de encontrar respostas às suas necessidades de Sobrevivência determina hábitos e comportamentos, os quais, solidificados, cristalizados e profundamente programados no Subconsciente, por gerações e gerações, através de séculos e milênios – transforma-se em traços marcantes de personalidade.
Observa-se o modo semelhante de ser, agir e reagir das pessoas, integrantes do mesmo grupo social ou da mesma civilização milenar. São duas as grandes civilizações segundo os critérios de tempo: Abundância e da Carência; e duas grandes eras, segundo critérios de tempo: Era dos Músculos e Era Tecnológica.

11.1 – CIVILIZAÇÕES DA ABUNDÂNCIA
São constituídas de povos oriundos das regiões das florestas tropicais e subtropicais, que desfrutam dos pomares naturais e da caça fácil das florestas, da pesca na beira dos rios, mares e oceanos, onde pescar é mais um ritual do que a busca da sobrevivência. São os negros da África, os Índios das Américas e da Oceania.

A abundância e a facilidade em obter os bens necessários à Sobrevivência do Indivíduo e da Espécie desencadeiam entre esses povos atitudes e comportamentos, hábitos e costumes que no decorrer dos séculos e milênios consolidam como profundas características de personalidade, difíceis de serem modificadas ou removidas.

O Sistema GRISA estuda tais povos por observar que a manifestação da Paranormalidade e os Fenômenos de Percepção Extra Sensorial é muito acentuada, tanto individual quanto socialmente entre eles, tanto em seu habitat natural, quanto em seus descendentes, mesmo habitando outras terras.

Grisa fundamenta-se na “Lei do Menor Esforço” (Lei Cósmica Derivada) – o organismo humano é constituído por 70% de água e lembrando que a água desliza pelo caminho mais fácil, contornando os obstáculos. A consequência imediata, dessa realidade bio-físico-química do organismo humano, as pessoas tendem a buscar o mais fácil, evitando assim, naturalmente o esforço. Essa tendência só é superada quando existe forte motivação – sentida e percebida pela pessoa, isto é, se houver uma necessidade real ou imaginária, significativa.

PRINCÍPIOS DE SOBREVIVÊNCIA
Quanto maior for a dificuldade em garantir os bens necessários à Sobrevivência do Indivíduo e da espécie, mais elevadas serão as exigências no desenvolvimento de técnicas e métodos de organização, planejamento, de instrumentos e equipamentos indispensáveis à obtenção de bens pessoais, familiares e sociais. Por conseguinte, também, será maior a necessidade de o indivíduo armazenar os bens, fortalecendo-se o seu desejo de posse. Assim são estabelecidos rígidos limites de propriedade privada.
Quanto maior a facilidade… Menor…

Os descendentes da civilização da Abundância, na grande maioria, vivem na pobreza e na miséria, nos dias de hoje, porque foram lançados num contexto socioeconômico em que é preciso trabalhar, economizar, lutar, dedicar-se, persistir para vencer e conquistar o seu espaço.

Em geral seu SUBCONSCIENTE continua programado, de geração em geração em conseguir o que precisa sem fazer esforço.

A facilidade de o índio dividir o que possui com todos que o cercam, não é por senso comunitário, ou cooperativo, ou decorrentes de sagrados ensinamentos, mas sim, da certeza de que sempre terá o que precisa (experiência milenar).

Negros e índios não são vagabundos. Para eles não existem planos, projetos de prover-se para o futuro, pois é desconhecida a necessidade de pensar-se no dia seguinte.
É a programação milenar decorrente da experiência prática e funcional, registrada no Subconsciente.

A DEDICAÇÃO DAS FÊMEAS E DA MULHER
Na Civilização da Abundância é a fêmea que dedica aos cuidados de sobrevivência dos filhotes, do nascimento à idade adulta, quando o filhote conquista sua autonomia. (quadrúpedes: a vaca, a gata).

Quando são poucas as necessidades de Sobrevivência, o homem – o macho da Espécie Humana – pode abster-se de contribuir diretamente com a mulher na sobrevivência dos filhos. Como é a fêmea dos animais que cuida dos filhotes, também a fêmea humana, mais do que o macho se dedica a cuidar dos filhos garantindo-lhes a Sobrevivência da melhor maneira que elas conhecem. Exemplos:

A mãe índia ou negra permanece mais próxima do local de refúgio ou abrigo (choça, oca…) que garante maior proteção para e ela e aos filhos; O homem índio ou negro é responsável pelas atividades mais distantes do abrigo, como a caça, a pesca…

Cabe à mulher preparar a comida, cuidar do refúgio, plantar e cuidar da roça de milho ou mandioca; cuidar dos filhos pequenos e dos doentes.

Em consequência dessa realidade a mulher é mais trabalhadeira, especialmente às atividades que exigem maior dedicação, capricho e continuidade. Ao contrário da atividade masculina de caçar, pescar se proteger de animais ferozes, com um sabor mais de aventura e diversão do que de trabalho cansativo.

Analisando a escravatura no Brasil dá para perceber a diferença: enquanto os homens não entendiam o porquê de trabalhar – apoiando-se distraidamente no cabo da enxada, rebelando-se e fugindo…; As escravas tornaram-se companheiras eficientes, conquistando admiração e respeito por suas habilidades culinárias, pelo capricho nas demais atividades domesticas.

Os descendentes das Civilizações da Abundância devem a aprender: a conquistar, armazenar, prever e planejar, por outro lado tem muito a ensinar na convivência com a biodiversidade, na conquista de uma vida mais tranquila e harmoniosa, livre de ansiedade e do estresse…

11.2 – CIVILIZAÇÃO DA CARÊNCIA
São as civilizações que tiveram de trabalhar muito e lutar arduamente, durante séculos e milênios, com inúmeras dificuldades aterrorizadoras de sobrevivência. Os habitantes de regiões de clima frio e árido, geladas com exigência de armazenar viveres e combustível para garantir a sobrevivência durante o longo inverno e até que surgem os primeiros frutos próximos ao verão.

Assim, torna-se absolutamente necessário: armazenar alimentos; produzir agasalhos para resistir ao frio, à chuva, ao gelo e ventos; construir sólidas moradias para proteger-se do vento, frio e tempestades. Nessa luta pela sobrevivência surge a necessidade de armazenar mais, confeccionar mais agasalhos, construir mais sólidas moradias conforme crescimento do número de habitantes. Todas essas necessidades difíceis de serem satisfeitas, ao longo dos séculos, às vezes colocam não só as pessoas diante de necessidade extrema, mas também grupos inteiros.

É preciso planejar e prevenir-se contra possíveis anos de carestia, nos casos de destruição de colheitas inteiras. Surge a necessidade de definir o que é meu, da família e do grupo, definir os limites de propriedade particular, da família, do território do grupo, cidades, províncias e países. Tudo isso para garantir, de forma cada vez mais eficaz, os bens necessários à sobrevivência.

Os descendentes das civilizações da carência desenvolveram a esperteza o logro; lutam para defender o que é seu; impulsos automáticos, instintivos e absurdos das programações do Subconsciente. Tornando-se ambicioso e ganancioso acionado pelo medo de faltar comida, agasalho, moradia e transporte. Por isso acumulam mais e mais, com medo do fantasma da possível carência. Não sabem, objetivamente, por que precisam armazenar tanto, conduzidos pelos impulsos cegos e mecânicos do subconsciente, resultantes das programações culturais de seus antepassados. Chegam ao absurdo de mansões com dezenas de suítes, pilhas de dólares, e barras de ouro…

Essa necessidade de armazenar, ter e definir propriedade privada caracteriza fortemente as etnias europeias como: ingleses, alemães, holandeses, poloneses, judeus… Eles estão programados pela ameaça do poder-vir-a-faltar, programação subconsciente do fantasma da fome, falta-de-agasalho e da ausência-de-abrigo. Pelas circunstâncias foram obrigados a aprender armazenar cereais, carnes, frutas…

GRISA observa e classifica os descendentes das Civilizações da Abundância, quanto a paranormalidade em grau médio e superior, destacando-se a manifestação da PES; enquanto nos das Civilizações da Carência, a manifestação da paranormalidade é menos frequente, destacando-se os fenômenos de psicocinesia.

Uma amostragem da paranormalidade nos descendentes das Civilizações da Abundância: visite centros de Umbanda, Candomblé, Kardecismo e grupos Carismáticos, e poderá constatar que muitos pais-de-santo, médiuns e curadores carismáticos são descendentes de povos da abundância.

Fonte:
Seguidores da Parapsicologia – Curso de Parapsicologia – Primeira Parte. Blog ativo em 15/06/23

 

 

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