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IMPRECISÃO OU CASUALIDADE – Número 1

01 de março de 2020   .   
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Introdução
Neste trabalho, com esse tema: “Imprecisão ou Casualidade”, baseei no estudo feito pelo parapsicólogo Frei Albino Aresi (falecido) do seu livro: Homem total e parapsicologia, páginas 237-238. Neste artigo tomei o texto mencionado de Frei Albino Aresi e introduzi subtemas aos parágrafos, com algumas frases minhas… E estes estão na ordem elencadas por mim. Também acrescentei alguns parágrafos, sendo que, reproduzo em grande o seu texto.

Este tema é abordado também pela escola de parapsicologia ligada ao Pe. Quevedo (falecido) de maneira mais difusa na literatura dessa escola. No Sistema Grisa, praticamente não é abordado.

Definição
“Imprecisão ou casualidade é a maneira de anunciar um acontecimento futuro de forma vaga, imprecisa, mas sempre deixando margem para o acerto”. (ARESI, p. 237).

No passado – pitonisas
Quem eram as pitonisas? Sabemos que no mundo antigo, mais diretamente na Antiga Grécia, a pitonisa era a sacerdotisa do templo de Apolo, um dos deuses dos gregos. Era muito conceituada a pitonisa pelas profecias que faziam. Em outras épocas e lugares quem fazia e faz predições recebem nomes além de pitonisas, adivinhos, clarividentes, profetas, bruxas, etc.

Frei Albino sobre a Imprecisão de estilo ou casualidade diz que “esse processo foi largamente usado pelas pitonisas, que muito se valeram do latim, por ser língua que se presta para inverter o sentido da frase”. (ARESI, p. 237).

Cartomantes
Dentro do tema que estamos vendo: Imprecisão e casualidade, o parapsicólogo faz críticas as cartomantes: “É também próprio das cartomantes, que dificilmente afirmam algo real. Servem-se sempre de evasivas ou ditos ambíguos”. (ARESI, p. 237).

Exemplo
“Certa cartomante tinha fama de acertar sempre o sexo da criança. Seu segredo: dizia-lhes que ia ser menino, mas na ficha tinha o cuidado de anotar ‘menina’. Se nascesse homem, estava certo; se menina, recorria à ficha e mostrava que a pessoa não ouvira direito. Entrava em cena o fator casualidade ou uma verdadeira fraude”. (ARESI, p. 237-238).

Conclusão
Este tema já abordei quando falei sobre Precognição, no entanto, é bom sempre recordar, pois ajuda não esquecer e gravar ainda mais em nossa mente. É claro que com todo respeito a quem acredita no trabalho de cartomante, em certos casos há acertos, mas isso não dispensa termos senso crítico, para evitarmos muitas vezes sermos enganados. Espero também que este artigo posso ajudar todo o leitor a ter compreendido bem o tema.

Referência Bibliográfica
ARESI, Albino. Homem total e parapsicologia. 20ª edição. Instituto Nacional de Parapsicologia (INPAR). São Paulo – SP. 1984. Páginas 237-238.

Pe. Emanuel Cordeiro Costa
Parapsicólogo Clinico
ABPSIG – Registro 409

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